quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Nicolás Maduro = Passos Coelho

O que têm em comum Nicolás Maduro e Pedro Passos Coelho? 
As mesmas ideias idiotas!

Maduro quer mudar o Natal - se bem que o Natal é quando um homem quer- para alegrar o Povo. Passos Coelho extinguiu a celebração de 4 feriados(os dois religiosos até entendo porque o Estado é laico). Agora os Feriados onde se celebra a Implantação da República (5 de Outubro) e a Restauração da Independência( 1 de Dezembro). Se estes Feriados não existissem, éramos espanhóis e vivíamos numa monarquia representativa. O bom é que não tínhamos tido troika, já estávamos a recuperar, Coelho era um prato regional, dançávamos flamengo. O mau é que tínhamos uma Casa Real, assim, cheia de vícios.

Quais as vossas recordações da Feira Popular??

Foi encerrada. Não porque não tivesse clientes, mas por interesses urbanísticos. Acredito que já tivesse um bocadinho démodé quando foi encerrada. Mas, todos - assim mais velhos- temos excelentes lembranças da Feira Popular. Foi com alegria que li esta notícia, espero que seja para cumprir.

A minha última ida foi uns três ou quatro anos antes do encerramento. Não tinha o que fazer, a minha prima estava cá e como nunca lá tinha ido, fomos um bocadinho renitentes. Adorámos, ainda hoje nos lembramos dessa noite - até porque a minha avó faleceu no dia seguinte- foi um momento em que fomos felizes, aproveitámos e muito, esquecemos a situação familiar que estávamos a viver. E foi maravilhoso andar nos carroceis, na montanha russa,  comer o algodão doce, as farturas e a casa assombrada. A Feira Popular era o embrião dos  parques de diversões, que se desenvolveram nos outros países. Penso que em Portugal não exista nenhum, como se justifica isto.

Quais as vossas recordações?

Octávio de Oliveira, quem é??

Perguntam, muito bem. É o Secretário de Estado do Emprego. Já alguma vez o tinham visto? Eu não! Nem sei se o Senhor é competente, lá solicito e interessado parece-me ser.

Que as coisas vão muito mal, no que diz respeito a empregos vão, que não existem empregos, que os ordenados pagos são, hoje, em dia uma vergonha. Sim, os licenciados que antigamente ganhavam mil Euros, hoje muitos dos trabalhos, oferecem ordenados mínimos.Claro, que o Sr. Octávio de Oliveira não é responsável por isto, já o seu governo é muito, por tornar a mão de obra mais barata.

Confrontado com um caso de uma menina licenciada, com um mestrado, e pasme-se estudou numa Universidade Pública, que foi convidada a ser jardinagem ou cabeleireira, porque será que isto me soa familiar. O Sr. Octávio de Oliveira ficou espantado, surpreendido, achou caricato.  Mas, será que ele ainda não viu que é assim, que raio está ele a fazer no local de trabalho?? Começou ontem, foi? E, como se a  gaffe não fosse suficientemente grande ainda diz: terei "Todo o gosto de uma forma discreta e recatada de acompanhar essa situação" O Secretário de Estado do Emprego assume em plena televisão que vai acompanhar uma situação de uma conhecida do jornalista. O jornalista lá o descansa, dizendo que a menina já imigrou. Não perca a oportunidade, estou aqui EUzinha e mais uns milhares de licenciados à procura de emprego!


Greves

Sei bem que é preciso paciência com as Greves. O estar horas a fio à espera do transporte ou longas horas nas fila de trânsito ou ter-se uma consulta ter a nossa vida programada e depois não dar em nada, ter que voltar a remarcar ou não ter aulas. Já passei por tudo isso. E, apoio as greves. A Greve é um direito dos trabalhadores, não é nada que não lhes custe, porque custa um dia de trabalho. 
Continuarei a defender as Greves, mas têm de ter impacto, e  só terá impacto se  for  com muitos trabalhadores e para parar com a produção. Estas greves que estão previstas todas às "mijinhas" não consigo perceber. Era marcar uma, num só dia e com todas as empresas dos transportes. 

Nas Greves aparecem sempre dois tipos de pessoas. Os sabichões, sim, aqueles que dizem, pois a função pública está sempre de greve e quem paga é quem trabalha. Claro, função pública que é função pública não trabalha, ponto, e nas greves os trabalhadores do Estado recebem na mesma - estou a brincar. A verdade é que tem sempre muito mais impacto uma greve de serviços do que uma greve numa fábrica de produções, embora, se realizarem a greve na altura de alguma entrega. Segundo, aqueles que defendem, devíamos era andar todos sem pagar, meus senhores, isso seria uma greve/reclamação por parte dos utentes, ora os funcionários de empresa nenhuma vão trabalhar e dizem: Óhh meus senhores, viajem aí de borla, porque queremos melhor condições de trabalho ou mais dinheiro.
E, depois, gosto sempre da postura de, fazem greve porque são efectivos, nada lhes toca. É verdade que quando se tem um vínculo mais estável é mais fácil reclamar, mas o que aprendi agora - nesta fase de desemprego- é que, por vezes, temos que nos enaltecer, lutar por mais direitos, ir à luta.. E quanto mais nos baixamos, mais se nos vê o rabo!

Muita Paciência que vem aí uma semana dura, com muitas greves.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Então e desse lado já foram almoçar?? Seus Diabos, a contribuir para a dívida

Seus gulosos e gulosas. Já foram comer, almoçar. Aí, aí, estão a contribui para o aumento da nossa dívida. Esqueçam os Mercados municipais, nós só vamos aos mercados de capitais. 
Esse vicio de almoçar e jantar - nem se fala de pequeno-almoço ou lanche- isso são tudo coisas do diabo, do demo. Esse luxo, de se querer viver acima das possibilidades. 
Sempre me questionei, com a frase, de os Portugueses viverem acima das possibilidades, sendo eu uma pessoa tão organizadinha com as minhas contas e até - com pouco rendimento- fazer um mini-mini pé de meia. Agora tenho a resposta, o Ministro Crato elucidou-me:

 
 
Posto esta informação, Portugueses mais lindos - o resto pode ir almoçar à vontade- toca tudo a não comer, a passar uma fome desgraçada, a ficar cadavéricos, a morrer, para pagar uma dívida contraída pelos Políticos deste País. 

Esta frase é tão caricata como desrespeitosa pelos cidadãos e só demonstra a falta de respeito que a classe política - aqui é todos, que eu não distingo ninguém- tem pelos trabalhadores e cidadão deste País. 
E, só mais uma notazinha, este pensamento vêm da pessoa responsável pela Escola Pública!

Livros e Leituras

Ao que parece os Portugueses são os que menos lêem na União Europeia. Sei que muitas pessoas se desculpam, com o peço dos livros, a falta de tempo. A realidade é que muitas pessoas simplesmente não têm interesse, nunca tiveram. Foram obrigadas na escola a ler alguns livros, muitos passaram os olhos pelos apontamento amarelinhos da Europa-América, e a coisa ficou resolvida, pelo menos a disciplina ficou feita. E, depois criaram uma aversão aos livros. Quem lê são os marrões, os caixa de óculos.
Sei que os livros são caros - alguns mesmo um balúrdio- poderiam ser bem mais baratos, tendo em conta o nosso rendimento médio. Algumas pessoas defendem que podemos sempre recorrer às bibliotecas, não sou grande fã. Porque ter um livro para se ler num prazo de tempo, não me agrada, podemos ter tempo suficiente e conseguir conseguir terminar o livro ou simplesmente acontecer algo e não o terminámos. Sou apologista de pedir emprestado, de partilhar os livros que tenho. É uma realidade que faço com uma amiga, só uma, provavelmente, a única que lê regularmente. Todos os anos ofereço livros no Natal - muitas vezes livros que quero ler e depois peço emprestados- mas vejo a cara das pessoas que o recebem: Ahhh um livro. 
Adoro ler, entrar no livro, viver a história, imaginar-me lá, identificar-me com a história. Já li muito bons autores, alguns mais medíocres. Já adorei livros que outras pessoas detestaram e odiei livros que outros leram entusiasmados. Sou mesmo uma apaixonada pela leitura, não consigo perceber como é que existe tantas pessoas que não lêem um livro por ano. Do que tenho pena, é que nenhuma editora me queira oferecer livrinhos, sintam-se à vontade.

E, os meus ricos leitores lêem muitos livrinhos? Gostam de reler os livros? Quais os géneros que mais gostam?

As minhas respostas, leio um livro por mês, às vezes menos, depende do meu trabalho, nas férias devoro livros, um por semana. Raramente, volto a reler um livro. Gosto, preferencialmente, de policiais e romances históricos.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

E, se as SEREIAS existirem?? Não, não fiquei maluquinha.

Cá em casa existe uma Televisão e só uma. Chegamos a um consenso de que programas ver. Cada dia, escolhe um, tipo democracia. Dou por mim a ver os programas do canal História, National Geographic e Discovery Channel, sim, porque começo a ler e o canal é logo mudado. 
Ontem, durante as horas da gala da Casa dos Segredos e o X-Factor (programa que nunca vi mais do que três minutos seguidos) dei por mim a ver um documentário sobre Sereias. Sereias leram bem, Aqueles seres que existem nos livros, que encantavam os marinheiros, metade peixe, metade mulheres. Claro, que como mulher crente na Ciência comecei a gozar, que eram maluquinhos, que nada era verdade e por aí fora. Tinham encontrado um corpo, e eu questionava: Ahhh, deve ser verdade, deve. Nem uma notícia na televisão sobre isso. Entretanto, toda a investigação tinha sido apreendida por uns polícias na África do Sul, assim numa coisa à filme. Escapou um filme feito com uma câmara de telemóvel por um miúdo na praia. Tenho a dizer que, o que os cientistas disseram e as provas que apresentaram fizeram-me algum sentido - relembro, que sou completamente descrente - e depois de ver isto, fiquei confusa. Será que existem mesmo? SERÁ?

Quem tem aquelas gravações da televisão e pode voltar atrás, veja o documentário e digam-me de Sua justiça! Senão, aqui está o filme dos miúdos!



Dia de Finados

Não sou religiosa. Sou uma descrente completa.
Sou baptizada porque o fui aos 9 meses e não tinha forma de  dizer que não. Acho que ainda chorei e fiz uma grande finta, talvez um sinal, mas os meus paizinhos não interpretaram a coisa dessa maneira e lá me baptizaram. Acredito na Ciência e como tal, quando a vida acaba, acaba. Termina, the end. Custa muito mais lidar com a morte assim. Porque não se têm esperança nenhuma. Não existe futuro rencontro.

Embora, tenha este pensamento, dou por mim todos os anos a ir ao cemitério no dia 1 de Novembro, a acompanhar a Mummy.  Este ano, fui no 2 de Novembro. Porque dia 1 não foi feriado, portanto, lá fui no dia a seguir. Presenciei uma missa no Cemitério, com colunas e tudo, tal e qual um concerto, assim tipo convívio da escola ou festa da aldeia. Nunca tinha assistido, foi a primeira vez. 
Reparei que era muito poucas as pessoas que estavam presentes. Não acredito que se tenha que ir ao Cemitério para se lembrar das pessoas que foram importantes para nós ou se quer para as homenagear. Até porque eu vivo longe de onde estão enterrados os restos mortais dos meus avós e isso nunca me fez esquecer deles.  O facto de terem sido duas das pessoas que marcaram a minha vida, de ter vivido muito episódios da minha vida com eles, de ter sido muito feliz e porque ambos morreram novos, lembro-me deles várias vezes ao ano, em momentos de tristeza e de alegria. Da suadade que tenho deles e do que quereria partilhar com eles.
Com o passar dos anos custa menos a perda? Não, habitua-se à dor de a pessoa já cá não estar. Ao fim de dez e quatro anos, estou mais habituada à dor. Mas sente-se a saudade. E, acredito que o cemitério, sim, porque as campas mais não são do que um altar ao falecido (na minha opinião), é onde custa mais. Ver a campa, saber o que sentiste ali, no dia da despedida. E, que foi ali que tudo acabou. Custa-me muito e confesso que só vou para acompanhar a Mummy.

C@minhorrerrrrrr 2

Isto de fazer C@minhorrer tem muito que se lhe diga. Tenho ido, dia sim dia não,excepto em dias de chuva. Mas os meus pés.... Estão em péssimo estado, com umas bolhas. Acredito piamente que a culpa é dos ténis - até porque estou desejosa de  comprar uns novos. Mas, como sei que não sou pessoa muito dedicada a estas coisas, ainda não investi num equipamento. 
Já fui às lojas, ver preços e funcionalidades. Confesso que a variedade é imensa, alguns são lindos de morrer. Mas estou sempre com dúvidas sobre quais comprar, quais as melhores marcas, quais com a melhor relação qualidade/preço.

Quero uns ténis para caminhar/correr, sem ser nada muito caro (porque posso sempre estar prestes a desistir) e que sejam bonitos, esta parte é importante. Acredito que sejam dedicadas ao exercício físico, digam lá de vossa justiça quais recomendam.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Vida de Desempregad@ 16

A vida de Desempregad@ chegou ao fim. The end. Terminou.

Não estou aos pulos de felicidade porque, ao contrário do que queria, não vou começar uma vida nova profissionalmente.
Vou fazer o mesmo que fiz, nos últimos anos. É algo que gosto muito e tendo sido convidada para dois sítios diferentes, acredito que é por acharem que sou bastante competente. Fiquei na dúvida, mas achei que era melhor ter um pássaro na mão que dois a voar. Aceitei e vou regressar ao mundo do trabalho.
São dois mini part-times, que juntos equivale a um horário de Part-time quase completo. Se sou bem paga para esses trabalhos? Sou razoavelmente paga. Dá para viver. É mais que 600€ que segundo o Governo são os ricos! (Se eles sabem que faço menos de 20 horas e ainda ganho bem mais, pago uma catrefada de impostos.)
Viver do subsídio de desemprego não é algo para mim. Embora, tenha pena de abandonar o curso.
 
Vou continuar à procura, porque quero mudar de área e, porque sei que estes trabalhos têm uma data para o término. Tenho mais uns meses como trabalhadora e depois logo se vê.