terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

O Gatinho do Vizinho!!

Não sou uma grande fã de animais, não sou uma defensora acérrima, mas também não gosto que os maltratem. Ontem, enquanto, deambulava entre telejornais vi a notícia num rodapé de notícias e dizia: Francês que atira o gato ao ar, condenado a um ano de prisão. Pensei, porra, nós cá quem viola, mata, rouba é 200mil € de multa uma reprimenda e não volte a fazer isso. Eles lá é mesmo a doer um ano por atirar o gato ao ar?!? Claro que na minha cabeça, o atirar ao ar, não era maqueavélico, era como aquelas partidas - agora sei que não devia ter feito- que fazia ao gato da vizinha, quando tinha 8 ou 10 anos. Euzinha corria atrás dele com um borrifador de água, andava atrás dele com um guizo, empurrava-o do sofá e da mesa, houve uns episódios com meias - só para comprovar que eles ficavam desnorteados!!- mas, dava-lhe o peixe das refeições - ele adorava peixe cozido com batatas! Depois fiquei mais velha, ele também e cada um coexistiu pacificamente. Nunca me pareceu que ele tivesse ficado traumatizado, até acho que ele gostava de mim, vinha-se aninhar para perto de onde brincava e dos meus brinquedos. Isto foi o que eu pensei, um adolescente a brincar- ok, a fazer algumas judiarias- com o gato. Não, não é! É mesmo um adulto, um perfeito anormal - não existe outra palavra- a maltratar o animal. Foi condenado a um ano, pois acho muito bem, pena não ter sido mais! É que ali a única coisa que se presencia é o desejo de maltratar o animal!!



segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Uma manhã no Spa...O que eu andava a perder!?

Não sou uma pessoa muito Zen, daquelas que faz muitas massagens, yoga, pilates e por aí fora. Confesso isso dá-me cabo dos nervos! Gosto de coisas mais mexidas.Por isso, sempre que sou convidada para ir a um Spa, fico sempre de pé atrás, gastar dinheiro nessas coisas.
Fui ao Spa do Myriad, do Parque das Nações. Para quem não sabe onde é. É um Spazinho no último andar da antiga Torre Vasco da Gama- agora Hotel Myriad. A experiência foi fabulosa. Adorei. A disponibilidade dos funcionários, os mimos, tudo assim, para eu me sentir uma rainha, uma pessoa muito especial. Fui, porque era um convite, era de borla, era o open day -sim, que vida de desempregada não se coaduna com gastos de Spa. Fui, porque queria rever a vista, é tal e qual como me lembrava, como era em 1998. Fui, porque, provavelmente, não terei outra oportunidade de usufruir de um Spa, num hotel de 5 estrelas em Lisboa. Fui, para passar uma manhã de sábado diferente. E foi tudo excepcional!

Esta piscina, de água quentinha com a hidromassagem!!

Jogo da Sorte!!

Não sou dada a jogos. Não aposto no Euromilhões. Não, porque não goste da possibilidade de ganhar, mas porque acredito que estou a perder dinheiro, a deitar fora. E, embora consumista nata, faz-me confusão gastar dinheiro no jogo. Sou aquela pessoa que vai ao Casino e não joga, para quê perder dinheiro, não consigo ver como um investimento. 
Mas, agora jogo, não pensem que fiquei uma doida a investir 10€ ou 20€ no Euromilhões, nadinha disso! Investi, porque pedi umas facturas - onde vou arranjar as unhas, ela pediu-me- já estou a imaginar o sorteio e descobri que sou uma das muitas pessoas elegíveis para o Concurso da Fatura do Estado! Fui ler a notícia  e estou a ponderar sair. Porquê, perguntam vocês? É que já estou a imaginar o sorteio: Saí um bonito Mercedes Xpto- apreendido ao empresário da construção cívil- para a menina do gelinho!! E, agora...Bem, agora tem de gastar uma dinheirama para legalizar o carro e pô-lo em seu nome. Mas, eu não quero um carro novo, posso sempre vender, mas tenho sempre que gastar algum dinheiro. Prontos, este jogo da sorte é, quanto muito, um jogo dos trabalhos!

Frio?! Sim ou Não

Ainda não pus um pézinho fora de casa, mas a julgar pelas imagens que vejo na televisão. Está um frio que não se pode. Gostava tanto que aqui - vulgo Lisboa- estivesse a nevar como na Guarda! Digam lá, está frio aqui na aldeia grande ou nadinha por ai além!

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Portugal e os Mercados, Euzinha e o Mercado!

Portugal vai aos Mercados e vem de lá muito feliz. Ele é só alegrias, taxas de juro baixas, tudo de bom. Euzinha fui ao Mercado aqui da terra e vim de lá tristíssima. Os legumes, vegetais estão pela hora da morte! É tudo caríssimo. O Mercado, aqui, é muito pequeno, com pouca variedade e pouco vendedores, logo a concorrência é pouca e os produtos são mais caros! Lembro-me, na minha infância, de ir ao Mercado comprar produtos frescos, sem terem o brilho de supermercado, produtos com uma aparência rústica, mas a saberem muito melhor,  adorava ouvir os pregões e achava muita graça a mexer na fruta. O desenvolvimento económico e a nossa mentalidade matou esses mercados, foram substituídos pelos grandes supermercados, instalou-se a postura que nesses supermercados é que está o que é bom, que os mercados era para os provincianos, para os pobres, foram impostas não sei quantas regras de saúde pública, que afastaram as vendedoras e respectivamente os clientes. Alguns dos mercados tinham edifícios lindos. Hoje tenta-se reabilitar esses espaços, é o que acontece no Mercado de Campo de Ourique. O sítio mais in, para se ir ao sábado de manhã, qual El Corte Inglés, qual Continente, qual Pingo Doce, o Mercado de Campo de Ourique é que é! Vou passar lá, para um petisco de fim de tarde, confesso que as expectativas são altas, porque este género de espaços agrada-me profundamente! 

E, desse lado, já alguém lá foi? E, onde vão aos mercados?





quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

As compras online!!

Sou uma fã das compras online. Sempre fiz e nunca tive nenhum problema. Ok, já tive situações em que as coisas não chegaram, mas depois de um email a informar isso, recebi sempre o dinheiro de volta, sem problemas. Utilizo sempre sites de confiança. O pagamento, normalmente, faço com um cartão de crédito que tem um limite baixo - que isto nunca se sabe se me vão roubar o dinheirinho todo da conta! Compro sempre em sites Europeus, para não ter que pagar mais nenhuma taxa, isso é muito importante!
Uma das minhas lojas favoritas é a Amazon, não a com - Americana- mas a co.uk - Britânica, por causa das taxas. Adoro a simplicidade do sistema, o facto de guardar na minha wishlist, poder acompanhar a baixa de preço. Para além, da Amazon recorro frequentememte a Lookfantastic, uma loja de cremes, maquilhagem e com preços muito competitivos. A Asos e a Surfdome são as minhas lojas de roupa preferidas. Eu compro tudo, inclusivé sapatos, é que o facto de não ser patuda, calçar um simples 37, faz com que compre muitos produtos com o preço de teenager! Estou com uma enorme vontade de comprar uns New Balance- eu sou uma perdida por ténis- e tenho estado a ver os preços nos States e são uma diferença considerável, tivesse eu lá alguém, uma alminha caridosa e mandava vir uma data deles. Nunca utilizei o Ebay, mas acho que vou experimentar!


Qualquer um destes podia vir cá para casa!


terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Daniel, Rui Pedro, Maddie


Ao longo dos anos foram muitos os casos de desaparecimento de crianças, que fomos acompanhando pelas notícias. O mais mediático foi, sem sombra de dúvida, o da Maddie. Não sei se pelo facto de a criança ser estrangeira, mas os meios mobilizados foram gigantes, não se poupou em esforços para tentar perceber o que se passou. Nunca se chegou a nenhuma conclusão. Claro, que muitas foram as teorias, culpa dos pais, foi um assalto que correu mal, mas, a verdade é que aqueles pais perderam uma filha. Não fazem ideia se continua viva ou não. Não brincaram mais com ela, não a tem visto crescer, nadinha!
Nos últimos dias, desapareceu o Daniel na Madeira. O que me chocou logo, foi a desistência da Polícia, ao fim de um ou dois dias, não houve o empenho, a dedicação que existiu aquando do desaparecimento da Maddie. Todo este caso, do Daniel, está ensombrado com dúvidas. Como é que uma criança subiu por caminhos tão difíceis, como é que abriu a porta, como é que sobreviveu... Interessa saber o que se passou, mas a realidade é que aqueles pais têm o seu filho junto a eles, novamente, para poderem cuidar, proteger, brincar, ralhar, para o verem crescer!
A Filomena não teve essa possibilidade. Todos sabemos quem é a Filomena, a mãe do Rui Pedro. Uma senhora que lutou e luta, muito e desesperadamente, pelo seu filho, que nunca baixou os braços, que fez de tudo para que um dia possa abraçar o seu filho. É uma mulher amargurada, triste e isso está estampado no seu rosto, um rosto sofrido. Aqui fica o vídeo, que ela fez para o filho no dia em que ele faz 27 anos. Espero que um dia consiga por fim à sua dor, espero que um dia reencontre o Rui Pedro.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

O fuso Horário do Porto!!

Este fim de semana ficámos todos a saber que o fuso horário no Porto é diferente. Aposto que não é no Porto todo, mas ali na zona do Estádio do Dragão. Pelo vistos, por lá o relógio atrasa-se três minutos! É vergonhosa toda a situação? É! Fica sempre a dúvida? Fica! 
Enquanto Sportinguista, assumida e fanática, tenho duas coisas a dizer,  não ao FCP, não aos árbitros, mas aos jogadores do Sporting: Deviam ter corrido mais e marcado mais uns golinhos! Não sejamos inocentes, estas coisas podem sempre existir, e para evitar tais coisas temos de precaver, marcar mais golos! O penalti do FCP foi penalti, bem assinalado, já o do Sporting, tenho ali algumas dúvidas, parece-me que o pé do Dier fica p'rá ali esquecido, à procura de um contacto. Por último, não quero que o Sporting vá para as meias finais do quer que seja assim, com queixas e ganhos administrativos, para já o título - taça da Liga!!!- não merece essa credibilidade e depois é no campo que devemos mostrar que somos melhores e não nas secretarias. Tivemos azar, o FCP marcou um penalti ao cair do pano! Isto é o futebol!

Euzinha fui praxada e praxei!! Meco NÃO foi Praxe!

Já muito se falou de praxes, ainda bem não, quando se sabe de episódios de praxes violentas, este tema volta à baila. Existem sempre os prós- praxes, são uma integração, blá, blá; e os que são contra, mais não são que uma humilhação, falta de respeito, blá, blá.

Fui praxada, pela primeira vez, no Ensino Secundário. As aulas já tinham começado, prá ai há duas semanas, mas aquele é que era o dia da praxe. Lá me pintaram toda de batom e enfiaram-me um perfume horroroso. Senti-me integrada?! Nadinha!? Saí de lá o mais depressa possível, apanhei o primeiro comboio para casa!

Quando entrei para a Faculdade, numa Faculdade com uma tradição académica muito reduzida, provavelmente, por ser uma Faculdade associada à esquerda, onde o movimento MATA (Anti tradição Académica) tinha alguma força. No primeiro dia, besuntei a minha cara de base, lá fui preparada para a pintura e para a praxe. Mal cheguei fui logo pintada, com as siglas do curso na testa, foi-me atribuída uma madrinha (que nunca mais a vi!). Fomos para a primeira aula, assistir a uma aula, com um professor falso, confesso que entrei em pânico, a lista de bibliografia era gigante, mais de cinco folhas, e isto era para o primeiro mês. No fim, lá entraram os Veteranos a rir. O resto das aulas não iriam existir, porque era o primeiro dia, dia de praxes. Portanto, o primeiro dia seria passado no pátio/jardim da Faculdade e iríamos passear por Lisboa. Euzinha, que já me bastava as siglas na testa, informei que não podia ir. Era menor de idade. Ainda gritaram aos meus ouvidos, ai e tal tens que ir, é obrigatório, senão vais a tribunal de praxe...blá. Não fui, recusei, disse que quando muito tinham que falar com o meu encarregado de educação para ver se ele autorizava, portanto, nada feito. Uma das Veteranas disse que era melhor eu não ir. Lá foram as minhas colegas atadas por uma corda, para um dia humilhante, com jogos, mas muita falta de respeito, diziam elas, para o ano é que me vou vingar! Euzinha fui até ao bar, encontrei umas Veteranas, que ligavam tanto aquilo como nada, levaram-me a comer ao melhor tasco da zona - aí o Pato Real!- mostraram-me a Faculdade, onde era as fotocópias, os matraquilhos e tudo o que precisava. Elas não eram do meu curso, mas fiquei afilhada das duas, ainda hoje falo com elas. Sempre que precisei de alguma coisa, recorri a elas. No ano seguinte praxei, não de uma forma humilhante, mas da forma de que gostei, levei as minhas afilhadas a conhecer a Faculdade, a almoçar no tasco. 
É, assim, que eu entendo a praxe, integração, não humilhação. Nadinha de excrementos, de gritos, de provas parvas, de posições sexuais, porque, normalmente, as praxes vão sendo exponenciais e aumentando na sua violência e na falta de respeito pelo ser humano.

O que se passou no Meco, não foi uma praxe. Foi um grupo de amigos, que foi de fim de semana, fazer uns jogos, umas provas, para poder, talvez- sublinhe-se o talvez- subir numa hierarquia da Comissão de Praxes. Ali não estava ninguém obrigado, foram porque quiseram. Muitas vezes, estes grupos transformam-se em seitas, tipo de culto - os Maçons enfiam um avental e fazem uma serie de ritos, mesmíssima coisa!
 Foi uma tragédia o que aconteceu, foi! Que o único sobrevivente deveria contar e falar com as famílias, sim, para o bem dele e da família. Está a ser julgado, condenado na praça pública. Mas, ele não é o único culpado, o mau. Todas as pessoas eram adultas, tiveram consciência do que estavam a fazer e poderiam sempre ter dito NÃO! Não quiseram porque se sentiam bem a fazer parte de um grupo - dos populares da Faculdade- mas a escolha de participar foi individual e não se pode condenar uma pessoa porque disse para os outros fazerem e eles fizeram. Eu mando-vos saltar para uma piscina em pleno Janeiro, porque não sei quem saltou, é burrice, falta de personalidade, de arbítrio e talvez algum atrasozinho saltar, então não pensam por si?!?. Fico triste pelas vidas que se perderam, pela tragédia que se passou, pelas famílias, mas também pelo único sobrevivente, porque viverá com um fardo enorme para o resto da sua vida. É bom discutir-se este tema, seria bom legislar-se as praxes, para que não existam situações limites, excrementos na cara, punições físicas, humilhações públicas, mas o Meco Não Foi Praxe, Foi umas Brincadeiras Parvas, Foi uma Tragédia!

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Lush - Os Exeburantes Produtos.

Conheci a marca Lush em Londres, voltei a vê-la em Amesterdão e agora descobri em Lisboa, no Amoreiras. Vai ser a minha perdição. A loja é do mais apelativo possível, muitas cores, bolas variadas de todos os feitios e o cheiro que sai lá de dentro, é um convite a entrar. Encontrei a loja no Amoreiras e decidi experimentar alguns produtos que estava necessitada. Uns comprei, decidi que valia a pena fazer a aposta, outros porque eram mais carotes solicitei amostras.  Já tinha lido boas críticas sobre quase todos os produtos. É verdade, os que trouxe são brutais. O gel de cabelo cheira lindamente, não deixa aquele efeito molhado(que não gosto), é super eficiente. O esfoliante para a cara é maravilhoso, depois de utilizar fica uma sensação fresca, com o cheiro da lima. As barras de massagem para as mãos são maravilhosas, já tinha usado e adorei, não só duram bastante tempo, por isso vale a pena investir numa lata, como são super hidratantes. 
Já estou a imaginar a lista que vou fazer de comprinhas. Aconselho-vos a irem espreitar a loja, porque podem ver, cheirar e experimentar muitos dos produtos, mas podem sempre fazer as compras online.