segunda-feira, 17 de março de 2014

A Mini...




Recebi um convite de ir à mini-maratona. Euzinha, que gosto de dormir até de tarde, cujo rabo não levanto do sofá p'ra nadinha,  aceitei ir! Claro, que ontem de madrugada estava mais que arrependida. WTF?! O que fui fazer da minha vidinha, acordar com as galinhas num domingo de manhã, mas porqueeeeeé que disse que sim! Confesso, que ainda estive p'ra ficar na caminha. Mas, combati a inércia e lá fui. Apanhei o comboio para o outro lado da ponte e lá estive a torreira do sol, durante mais de uma hora. Vê-se imensa gente, uns com ar profissional, de quem leva as corridas muito a sério, outros que estão lá pelo convívio, outros estão pela experiência de passar a ponte. Gostei da experiência, passar a ponte é fantástico, ontem estava um dia fantástico, via-se Lisboa toda, foi realmente interessante. Queria passar a ponte em cima das grelhas, ora aquilo não dá jeitinho nenhum, tem uns buracos gigantes! 
Confesso que nem tudo foi bom, achei algumas pessoas muito pouco civilizadas. Todas as pessoas com quem comento isto dizem-me, aí e tal tu não percebes o espírito da corrida. Eu percebo que se queira ganhar, percebo que para algumas almas o objectivo é o tempo, que fazem, que queiram ser melhor que o amigo Y ou Z. Agora, não consigo perceber porque correm aos zingue zangues entre as pessoas que vão mais devagar, porque não dizem "com licença", "desculpa" e dão encontrões - vi pelo menos duas pessoas a caírem, por causa disso- não encontro justificação para tal atitudes. Outra coisa que me impressionou pela negativa foi as oferendas. Credo fiquei chocada, recebe-se uma série de oferendas para quem vem desgastado da corrida, agora as pessoas se atropelarem para terem mais um gelado ou mais uma coca-cola, está tudo doido?!
A experiência é positiva, pode ser que para o ano volte a fazer. Não sei o tempo certo, porque não olhei para o relógio, nem liguei o cronómetro, mas quando cheguei à meta, marcava:




Aquela alegria de cortar a meta, de terminar mais uma corrida, de sentir-me realizada, nadinha disso. Eu só queria que acabasse, estava super-cansada e, hoje, acho que tenho dois paus no lugar  das minhas perninhas, que são flácidas mas sem dores!



A Crimeia, e agora?!

Que a Crimeia tem uma posição geo-estratégica assim boa, mesmo excelente, que os Russos não abrem mão dela, que quem está no governo da Ucrânia preocupa, isto já todos sabemos. O referendo, mais não era do que, oficializar uma tomada de posição por parte de alguns dos habitantes da Crimeia, e agora? Deixa-se ir o território da Crimeia para a Rússia?! E, depois não existirá a hipótese de mais territórios irem? Fica numa terra de ninguém, nem é da Rússia nem da Ucrânia?

sexta-feira, 14 de março de 2014

Pedrinho nas suas birras!!

O Manifesto gerou uma birra, daquelas grandes, de Pedrinho - o primeiro-ministro. "Aquela gente" irresponsável, uns tristes, querem é protagonismo, tem agendas políticas escondidas. Foram estas as amavéis palavras de Pedrinho para os 70 notáveis que subscreveram o manifesto.  Será que, ninguém, ensinou ao Pedrinho que nas costas dos outros, se vê a nossa?! Quando ele acha que estas pessoas querem protagonismo, está a dar a entender o que ele sempre fez?! Pois, Pedrinho foi isto que tu fizeste ao Sócrates- que também não era bom- à Manuela Ferreira Leite - no PSD- e tem sido assim que tens vivido a tua carreira política! Gosto muito que o primeiro-ministro faça birras!!

quinta-feira, 13 de março de 2014

Uma figura que admiro...

Sou ateia, mesmo antes disso ser moda. Hoje em dia, dividimo-nos  entre os que são ateus e os católicos não praticantes - que também não sei muito bem o que é, não vão à missa ou não praticam algum mandamento?!? Euzinha sou ateia, sempre fui, desde que tive idade para perceber as coisas, não sou contra nenhuma religião. Fui baptizada, porque não falava e não tinha opinião nenhuma. Ao longo da minha vidinha fui vendo e ouvindo  D. José Policarpo, sempre presente, era nos Natais, na Páscoa e até na minha bênção das fitas. Cresci com ele a ser Cardeal Patriarca de Lisboa, quando se resignou no último ano, foi mais ou menos, o mesmo sentimento de quando morreu João Paulo II, esse foi o  Papa. Quando crescemos e habituamo-nos a ver uma pessoa em algum cargo, será sempre essa pessoa a estar no cargo. Admirei D. José Policarpo por ser uma pessoa realmente preocupada com o próximo, hoje não consigo deixar de estar triste, com a sua partida!